The art of modeling

The art of modeling is to find a good trade-off between realism and manageability. Paradoxically, it is often the case that additional realism renders a model less useful because the extra detail causes complexity. A model is successful if it captures enough reality so that key features of the issue and their inter-relationships can be displayed and understood clearly

Não me lembro quem é o autor desta frase. É no entanto uma das melhores definições que conheço para arte / engenharia de modelar. Todos aqueles que andam a trabalhar em arquitecturas MDA deveriam ter sempre presente esta definição.

Stay Hungry, Stay Foolish!

Ontem, o meu amigo Pedro Campos chamou-me a atenção para o discurso de um senhor chamado Steve Jobs, efectuado na Universidade de Stanford em 2005.

Há coisas que nos inspiram e mensagens que nunca devemos esquecer.  Por isso, aqui fica o vídeo e o link para a versão em texto.

Obrigado, Pedro!

As vantagens reais do Windows Workflow Foundation (WF)

Tradicionalmente os motores de Workflow são uma caixa preta e uma grande dor de cabeça para os programadores que têm de fazer aplicações de software cujo sucesso depende do bom funcionamento de algum representante da família.

As promessas dos motores tradicionais

Normalmente estes motores disponibilizam um conjunto de funcionalidades que impressionam numa primeira análise:

  1. Uma interface gráfica muito bonita e simples, para desenho rápido de Workflows;
  2. Promessa de agilidade nas alterações futuras que o processo possa vir a ter;
  3. API muito fácil e poderosa para comunicação síncrona de comandos do tipo start/stop/cancel/resume Workflow, close/cancel/reassign task, etc.;
  4. Promessa de fiabilidade a 100% e integração simples em qualquer ambiente aplicacional. Desde que suportado, claro;

A realidade dos motores tradicionais

O que se verifica na prática raramente atinge o prometido.

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Porque não se generaliza o UML ? As 5 razões

Não é por falta de divulgação que o UML não tem uma adopção generalizada. Desde há alguns anos que “UML” é uma palavra que entrou no vocabulário de todos os que trabalham na engenharia de software. Apesar disso, o certo é que em Portugal o seu uso é pouco mais que residual. Tirando alguns – poucos – projectos em que existe um cliente, um gestor de projecto ou um arquitecto de software que faz questão em fazer alguma especificação em UML, esta notação não é praticamente usada. Se me pedissem uma projecção, eu diria que 95% dos projectos de software que se realizam em Portugal não são especificados em UML. Fora de Portugal, a realidade não é muito diferente. Segundo uma pesquisa de 2006 do professor Júlio Leite, da Universidade Católica do Rio de Janeiro, as taxas de adesão variavam muito consoante as zonas do globo mas, em nenhum dos estudos encontrados, ultrapassava os 30% de adesão.  Acredito que agora o panorama seja um pouco mais animador.

Vamos então às 5 razões que, na minha opinião, explicam o relativo insucesso: Leia mais »

Em Portugal não são necessários Arquitectos de Software?

Fora de Portugal principalmente nos países mais info-literados, aos quais nós tanto queremos pertencer, a função é bastante conhecida e requisitada. Em Portugal nunca vi um anúncio de emprego a pedir Arquitectos de Software!

Podem dizer que não estou atento a todos os anúncios que se publicam em Portugal. Sim, é verdade, mas tive o cuidado de perguntar ao departamento de recursos humanos da empresa onde trabalho e também procurei nos site’s de emprego disponíveis, os genéricos e os de empresas de recrutamento especializadas em TI. Leia mais »

Formato DjVu

Há algum tempo atrás, ouvi falar pela primeira vez no formato para representação digital de documentos  DjVu  (lê-se dejá Vu).  O formato foi desenvolvido originalmente pela AT&T Labs em 1996. Em 2000 a  LizardTech  adquiriu a tecnologia à AT&T e hoje em dia é comercializado pela LizardTech em parceria com a AT&T Labs.  O formato é aberto – licença GPL-  e as implementações mais conhecidas são open-source.

Descarreguei o software necessário para efectuar a leitura de documentos com este formato e fui experimentar. Leia mais »

Uma lufada de ar fresco na arquitectura dos ERPs?

Hoje deparei-me com este post do Nicholas Carr. Chama a atenção para a WorkDay, nova empresa de Dave Duffield , antigo CEO da Peoplesoft.

A WorkDay promete revolucionar o mercado dos ERP’s. Diz mesmo que os ERP’s tal como nós os conhecemos têm os dias contados. Movido pela curiosidade, fui ver melhor. Leia mais »

Prefácio

Depois de muito adiar chegou a altura de criar o meu primeiro blog.

Não será um blog pessoal. Este primeiro post será uma excepção. A minha intenção é partilhar, com quem fizer o favor de ler, alguns dos pensamentos, teorias ou opiniões acerca da área profissional onde estou envolvido, a indústria do desenvolvimento de software empresarial. Leia mais »